domingo, 18 de outubro de 2009

Com sabor de fruta mordida ...

"Está em cima com o céu e luar
Hora dos dias, semanas, meses, anos, décadas
E séculos, milênios que vão passar .


Onde você está
As coisas são mais lindas ."

domingo, 30 de agosto de 2009



E até mesmo tudo aquilo que me faz diferença, momentaneamente, me parece indiferente.


domingo, 23 de agosto de 2009

E quando dois corações batem no mesmo ritmo

É quando você não percebe, não procura, não se preocupa.
É quando você não espera que acontece. Que realmente acontece.
É quando você se ocupa com outras coisas, fingindo que nada disso importa e se tranca em seu próprio mundinho que aparece alguem, bate na sua porta e pergunta: "Posso entrar?"
E nessa fração de segundo, nesse pequeno momento silencioso, milhões de pensamentos vêm à tona. E você pensa se vale a pena o esforço de se levantar e abrir a porta . Então decide-se por abri-la. Mas só um pouco. Só uma fresta. Só para espiar quem está lá fora. E ali, frente a frente. O famoso 'olho no olho', não tendo razão específica, nem verdadeiros porquês, em um impulso quase instintivo, você escancara a porta e grita: "ENTRA!". E em seguida percebe que entrou em um caminho sem volta. Percebe que não pode fechar a porta novamente, e mesmo se a fechar aquele alguém continuará do lado de dentro.





domingo, 9 de agosto de 2009

Meus sonhos me torturam ..

E o pensar se torna mais frequente e mais dolorido também .
E toda essa situação me causa um gosto ruim na boca e uma sensação estranha no estômago .









sexta-feira, 24 de julho de 2009




"Existirmos: a que será que se destina?"

terça-feira, 21 de julho de 2009

As horas nunca andam para trás

Havia me decidido: ‘Vou mudar!’ Pensei. Mudei os lugares que freqüentava, as pessoas que procurava. Mudei as coisas que falava e até algumas que pensava. E adivinha? Descobri que dá tudo no mesmo! Na verdade não faz muita diferença. Nada. Porque se eu parar para pensar nada que se possa fazer é realmente significativo para ninguém, nem para mim mesma. E penso que nada deve fazer diferença mesmo. E se coisas estão como estão algum motivo há de ter. De que adianta tanto esforço se não ocorrem mudanças? E mesmo quando ocorrem não são suficientes.

Agora tomei uma nova decisão. Vou parar de me importar. Não que eu tenha me importado muito até agora.

Quero voltar a ser uma ‘menina de lata’.

Tenho direito à isso, ou entrei em um caminho sem volta?

E também tem aquela saudade que dói. De tanta coisa e de tanta gente que chega a ser difícil enumerar. Saudade das pessoas que me eram próximas e sem razões aparentes se afastaram, e dor momentos que com elas passei. Saudade das pessoas que continuam próxima mas me parecem distantes. Saudade infinita de quem mora longe. Saudade de quem eu fui e de quem eu poderia ter sido se tivesse feito escolhas diferentes. Saudade até do que não vivi e pessoas que não conheci.

E, como sempre, sou um emaranhado de sentimentos, questionamentos, confusões e contradições. Um nó cego, isso que sou.

Leve tristeza e grande sensação de impotência. A respeito de tudo

E neste exato momento decido hibernar. Vou deitar na minha cama e só levantar quando for realmente necessário. Não me ligue. Ou ligue, talvez seja isso que eu esteja esperando e não assumo para mim mesma. Enfim: That’s all.

E uma música saudosista só para me torturar ainda mais.

“Mas muito pra mim é tão pouco
E pouco é um pouco demais
Viver tá me deixando louca
Não sei mais do que sou capaz
Gritando pra não ficar rouca
Em guerra lutando por paz
Muito pra mim é tão pouco
E pouco eu não quero mais”

quarta-feira, 8 de julho de 2009

Falta

Sinto falta de abraçar, de ver sorrir e sorrir para...

Sinto falta das brincadeiras, das músicas, das danças e dos apelidos.

Sinto falta de cafés da manhã demorados, e almoços rápidos.

Sinto falta dos nossos horários únicos.

Sinto falta das estrelas que inventamos e dos planetas que descobrimos.

Sinto falta dos carinhos, das declarações em voz alta e das silenciosas também.

Sinto falta da correria e das horas de calma.

Sinto falta de acordar de madrugada com frio e chegar um pouquinho mais perto para me aquecer.

Sinto falta do frio, e de como suas bochechas ficam mais rosadas com ele.

Sinto falta do seu cheiro nas minhas roupas e de seus sapatos ao lado dos meus.

Sinto falta de conversar sobre algum livro, alguma música ou até sobre alguém.

Sinto falta das suas tentativas de tocar no violão aquela música do Tim Maia.

Sinto falta do seu mp3 quebrado, daquela calça que eu gosto e da sua risada escandalosa.

Sinto falta do seu cabelo batendo em mim quando venta e também da eterna disputa pelo banco do carona.

Sinto falta de te dar conselhos, mesmo que meus conselhos não sejam tão sensatos quanto os seus.

Sinto falta de estar perto todos os dias, ou quase todos.

Sinto falta de você!



“Será que alguma coisa
Nisso tudo faz sentido?
A vida é sempre um risco
Eu tenho medo...”



à minha irmã caçula, Beatriz.